DEPUTADO CARLOS SANTOS

Sunday, May 23, 2004

HOMENAGEM DE PAULO PAIM

Photobucket - Video and Image Hosting
Paulo Paim, Senador

Agradeço a oportunidade de participar das justas homenagens prestadas pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul à figura extraordinária de Carlos Santos, por ocasião de seu centenário de nascimento. Quando do centenário de Luiz Gama, em 1982, o Deputado Carlos Santos ocupou a tribuna da Câmara Federal para lamentar que “uma alma, um vulto, um nome, uma expressão como Luiz Gama passe despercebido ao ensejo de seu centenário...” Somos nós, agora, que lamentamos que o transcurso do centenário de Carlos Santos não tenha merecido até este momento as homenagens devidas a um brasileiro do Rio Grande que viveuintensamente os desafios de uma sociedade profundamente desigual e injusta, diante dos quais afirmou sempre sua vontade indomável e sua confiança na democracia.

Continuamos desatentos ao que realmente importa destacar, deixando de trazer ao conhecimento das novas gerações um conjunto de valores positivos como aqueles que impulsionaram a trajetória de um trabalhador negro, nascido a apenas 16 anos da abolição da escravidão.Em diferentes situações da vida pública, tenho feito depoimentos sobre a minha infância e adolescência, relatando as dificuldades criadas pelo preconceito e, também, procurando aprofundar o debate e a reflexão sobre a importância de uma referência negra positiva.Sofríamos na escola com o vazio, o silêncio e as distorções. Raramente tínhamos a oportunidade de encontrar figuras negras, ou fatos importantes referentes aos negros, nos livros didáticos.

Ainda não nos debruçamos o suficiente sobre os efeitos na auto-estima de milhões de crianças brasileiras causados pela negação sistemática de nossos valores de cultura e de nossa humanidade.Na minha juventude, o Deputado Carlos Santos foi uma referência extremamente positiva. Era uma voz que se erguia para dizer que os negros não serviam apenas para o samba e o futebol. Creio mesmo que nossas afinidades, ambos negros, ele caldeireiro naval nos estaleiros de Rio Grande e eu metalúrgico em Canoas, vão além da identidade racial e da origem de classe.

Nossas afinidades são também muito nítidas nas prioridades de nossa atuação parlamentar, na escolha dos temas sociais. Cito aqui o portador de deficiência, o idoso, os desvalidos e abandonados à própria sorte.Conseguimos, há um ano atrás, após uma luta árdua, a aprovação do Estatuto do Idoso e precisamos reconhecer nesse campo o pioneirismo de Carlos Santos.Foi ele, sem dúvida, uma das primeiras vozes do Parlamento brasileiro a tratar o tema, denunciando com vigor “a desumana realidade de nossas instituições sociais, que transformam, de fato, o envelhecer, numa das maiores tragédias dos menos favorecidos da fortuna”.São palavras de Carlos Santos, em 28 de setembro de 1982.

Sua luta avançou e hoje está sendo tocada por muitas mãos em todo o Brasil. Sua sensibilidade humana lhe permitiu antever os temas realmente essenciais, aqueles que se vinculam às aspirações mais profundas de nosso povo.Fez política com a razão e com o coração e, por isso, permanece conosco, nós que continuamos a lutar nas mesmas trincheiras. Carlos Santos dedicou-se à luta contra os preconceitos e viveu buscando os meios que permitissem que os brasileiros pudessem viver em um país mais justo.Nesse momento em que celebramos o seu centenário, evocamos sua presença como fonte de inspiração para as novas gerações.

FONTE: http://www.al.rs.gov.br/eventos/carlos_santos/mensagens.htm

6 Comments:

At 4:00 PM, Blogger O Negro No Brasil said...

CARTA ABERTA
AO EXMO. SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA
(pr@planalto.gov.br)
AO EXMO. SR. PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, ARLINDO CHINAGLIA
(presidencia@camara.gov.br)
AO EXMO. SR. PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL, GARIBALDI ALVES
presid@senado.gov.br)
AOS EXMOS. SRS. LÍDERES PARTIDÁRIOS DA CÂMARA E DO SENADO


As entidades, movimentos sociais, pastorais, ONGs,
cidadãos e cidadãs abaixo assinados, extremamente preocupados com a
edição de medidas provisórias e tramitação de propostas legislativas
que ameaçam as nossas florestas, a biodiversidade, a natureza, o modo
de produção camponês e de comunidades indígenas, a água, o patrimônio
público, os direitos sociais e as conquistas históricas do povo
brasileiro, vêm, mui respeitosamente, se dirigir a Vossas Excelências
para solicitar a rejeição de todas as propostas que seguem:
1. O Projeto de Lei 6.424/85, de autoria do Senador Flexa
Ribeiro, PSDB, da bancada ruralista do Pará, já aprovado no Senado
Federal e em tramitação na Câmara dos Deputados, que visa diminuir a
área de reserva legal florestal da Amazônia de 80% para 50%, para
viabilizar o plantio de palmáceas, eucalipto, grãos e cana-de-açúcar
para os agro-combustíveis, como se fossem florestas; além de anistiar
as multas dos madeireiros e agressores do meio ambiente e possibilitar
a existência de vastas áreas sem cobertura florestal no país. Daí
porque esse projeto, que certamente contribuirá para mudanças
climáticas e o aquecimento global, vem sendo chamado de projeto
"Floresta Zero" no Brasil.
2. A Medida Provisória 422/08, já conhecida "PAG (Plano de
Aceleração da Grilagem)", que, atendendo a interesses da bancada
ruralista (pois é cópia fiel de um projeto de lei do Deputado Asdrúbal
Bentes, do PMDB-Pará), possibilita a legalização da grilagem na
Amazônia. Isso porque a referida MP dispensa de licitação para
aquisição das terras públicas - que são maiorias naquela região - os
detentores de imóveis com até 1.500 hectares (enquanto a Constituição
previa apenas 50 hectares e a lei de licitações estabelecia, até
então, em no máximo 500 hectares). Aquele que ocupou ilegalmente terra
pública - e aqui não são pequenos posseiros, mas grandes fazendeiros -
vão ser premiados com a legalização de seus "grilos", o que,
certamente, ensejará a aceleração do processo de destruição da
floresta amazônica.
3. A proposta de mudança constitucional, a PEC 49/2006, de
autoria do Senador Sérgio Zambiasi, PTB/RS, que, atendendo a
interesses das grandes multinacionais de papel e celulose, em especial
a Stora Enso e a seita Moon, busca reduzir a faixa de fronteira
nacional de 150 para 50 km, permitindo assim a aquisição de terras
brasileiras por empresas estrangeiras na faixa de fronteira.
4. Os Decretos Legislativos 44/2007 e 326/2007, que
pretendem sustar os efeitos do Decreto 4.887/2003, que regulamenta o
procedimento para titulação das terras quilombolas. A pressão dos
ruralistas já levou a um recuo do Governo, por meio da elaboração de
uma nova Instrução Normativa do Incra (que a Advocacia Geral da União
insiste em aprovar sem uma verdadeira participação dos quilombolas e
da sociedade), que pode representar um verdadeiro retrocesso com
relação às garantias dos direitos territoriais e socioculturais dos
quilombolas, além de tornar o processo mais burocratizado e moroso.
Queremos também manifestar nossa total inconformidade com:
1. A liberação, por parte da Comissão Técnica de
Biossegurança, bem como do Conselho de Ministros, do plantio e da
comercialização do milho transgênico, para atender apenas aos
interesses econômicos das grandes multinacionais de sementes
(Monsanto, Bayer, Syngenta, etc,), desconhecendo todas as advertências
feitas por órgãos do próprio governo. O Ibama, contrário à liberação,
alerta para o risco de contaminação das espécies não transgênicas (o
que já vem ocorrendo em várias partes do mundo) e a Anvisa, do
Ministério da Saúde, considera que não se pode atestar a segurança
daquele produto para a saúde humana, alertando para os riscos em
especial para gestantes, lactantes e recém-nascidos. Recentemente, a
França e a Romênia baniram de seus territórios o milho transgênico da
Monsanto, o que já eleva para oito o número de países europeus que
proíbem sua comercialização. Esperamos que o governo brasileiro
reveja essa liberação, preservando assim o direito democrático das
comunidades indígenas, dos camponeses e dos agricultores terem suas
próprias sementes, uma vez que as sementes de milho transgênico, não
podem conviver com outras variedades.
2. A pressão, exercida pelo Banco Mundial, pelo grande
capital, pelas empresas transnacionais da energia, pelas grandes
empreiteiras, para a concessão sumária, contrariando a legislação de
preservação do meio ambiente, do licenciamento ambiental de grandes
obras públicas e privadas - extremamente impactantes do ponto de vista
socioambiental - do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). Dentre
elas, destacam-se as usinas hidrelétricas do complexo do Rio Madeira,
em Rondônia, do Tijuco Alto, em São Paulo, de Estreito, em
Tocantins/Maranhão, de Belo Monte no Pará, as obras do projeto de
transposição do Rio São Francisco e a construção da usina nuclear de
Angra III.
Esse cenário e situação ameaçam o futuro de nossas
florestas, da biodiversidade, da água, da soberania nacional sobre os
alimentos e sementes, e as condições de vida de milhões de
brasileiros, que são camponeses, ribeirinhos, povos indígenas,
quilombolas, sem terra e populações tradicionais de nosso país. A
expansão do monocultivo da cana-de-açúcar, do eucalipto, do pínus, das
grandes hidrelétricas e das sementes transgênicas é uma ameaça
ambientalmente insustentável e socialmente injusta. São ameaças que se
dirigem contra a saúde e a qualidade de vida de nossa população.
Por isso, apelamos para as autoridades do poder executivo
e do legislativo, para que rejeitem essa ofensiva dos interesses do
grande capital e garantam o respeito à nossa saúde e qualidade de
vida, à biodiversidade e diversidade cultural, aos nossos direitos e
ao patrimônio público.
Brasília, 14 de abril de 2008.

1. Dom Tomás Balduino, Bispo Emérito de Goiás-velho e do Conselho
da Comissão Pastoral da Terra - CPT.
2. Egidio Brunetto, da Coordenação da Via Campesina Internacional.
3. João Pedro Stédile, da Coordenação do Movimento dos
Trabalhadores Sem Terra - MST.
4. Luiz Armando Dallacosta, da Coordenação do Movimento dos
Atingidos por Barragens - MAB.
5. Isidoro Revers, do Secretariado Nacional da Comissão Pastoral da
Terra - CPT.
6. Maria Jose da Costa, da Coordenação do Movimento dos Pequenos
Agricultores - MPA.
7. Rosângela Piovezani Cordeiro, da Coordenação do Movimento das
Mulheres Camponesas - MMC.
8. Éden Magalhães, da Secretaria Executiva do Conselho Indigenista
Missionário - CIMI.
9. Temístocles Marcelos - da Executiva Nacional da CUT - Comissão
Nacional de Meio Ambiente.
10. Greenpeace - Brasil
11. Fabio Konder Comparato, jurista, professor, USP

12. Carlos Walter, geógrafo, doutor, professor, UFF
13. Meire Cohen, advogada, Para, membro da comissão de direitos
humanos nacional da OAB.
14. Ariovaldo Umbelino de Oliveira, Doutor, Geógrafo, professor da USP.
15. Darci Frigo, Coord da Terra de Direitos, Curitiba.
16. Bruno Rodrigo Silva Diogo - Coordenação Nacional da Federação
dos Estudantes de Agronomia do Brasil - FEAB.

17. D. Antonio Possamai, bispo emérito de Ji-Paraná, Vice-
Presidente da Comissão Episcopal da Amazônia.


Waldimiro de Souza.
http://onegronobrasil1980.blogspot.com/

 
At 2:36 PM, Blogger O Negro No Brasil said...

A pobreza é um veneno
22 de Abril de 2008 às 14h 00m · Ricardo · Arquivado sob Geral

Paul Krugman

“A pobreza na primeira infância envenena o cérebro”. Esta foi a abertura de um artigo publicado no “Financial Times” do último sábado, sintetizando a pesquisa apresentada na semana passada na Associação Americana para o Avanço da Ciência.

Conforme explicou o artigo, os neurocientistas descobriram que “muitas crianças criadas em famílias muito pobres e com baixo status social apresentam níveis de hormônios relacionados ao estresse prejudiciais à saúde, o que prejudica o desenvolvimento neural”. O efeito disso é um prejuízo para o desenvolvimento da linguagem e para a memória - e, portanto, para a habilidade de escapar da pobreza - pelo resto da vida da criança.

Portanto agora nós temos mais uma razão, ainda mais convincente, para nos envergonharmos do fato de os Estados Unidos terem fracassado na luta contra a pobreza.

Lindon Baines Johnson declarou a sua “Guerra contra a Pobreza” 44 anos atrás. Ao contrário do que diz a lenda cínica, houve de fato uma redução da pobreza nos anos seguintes, especialmente entre as crianças, cujo índice de pobreza caiu de 23% em 1963 para 14% em 1969.

Mas a seguir o progresso empacou: os políticos norte-americanos inclinaram-se para a direita, a atenção deslocou-se do sofrimento dos pobres para os supostos abusos cometidos pelas rainhas do welfare (programa de bem-estar social) que dirigiam Cadillacs. Assim, a luta contra a pobreza foi em grande parte abandonada.

Em 2006, 17,4% das crianças dos Estados Unidos viviam abaixo da linha da pobreza, um número substancialmente mais elevado que o de 1969. E até mesmo esta estatística provavelmente não reflete a verdadeira intensidade da miséria de muitas crianças.

Viver em estado de pobreza, ou próximo a ele, sempre foi uma forma de exílio, uma maneira de ser amputado da parcela maior da sociedade. Mas a distância entre os pobres e o resto de nós é muito maior do que há 40 anos, porque a renda da maioria dos norte-americanos subiu em termos reais, enquanto a linha de pobreza oficial permaneceu estacionária. Ser pobre nos Estados Unidos de hoje, mais ainda do que no passado, significa ser um pária no seu próprio país. E é isso que, segundo nos dizem os neurocientistas, envenena o cérebro infantil.

O fracasso norte-americano no que se refere a progressos na redução da pobreza, especialmente entre as crianças, deveria provocar bastante auto-análise. Infelizmente, em vez disso este fato muitas vezes parece provocar uma grande criatividade quando se trata de apresentar desculpas.

Algumas dessas desculpas assumem a forma de afirmações de que os pobres norte-americanos não são de fato pobres - uma alegação que sempre me faz indagar se aqueles que a fazem assistiram a televisão durante o furacão Katrina, ou se sequer olharam à sua volta quando visitavam uma grande cidade norte-americana.

Porém, as desculpas relativas à pobreza envolvem principalmente a afirmação de que os Estados Unidos são uma terra de oportunidade, um lugar no qual as pessoas podem começar pobres, trabalhar duro e tornarem-se ricas.

Mas o fato é que histórias do estilo Horatio Alger são raras, enquanto aquelas de pessoas aprisionadas pela pobreza dos pais são bastante comuns. Segundo uma recente estimativa, filhos norte-americanos de pais que se encontram na parcela da população correspondente aos 25% mais pobres têm uma probabilidade de quase 50% de permanecer nesta faixa. Caso sejam negros esta probabilidade é de 67%.

Isso não é motivo de surpresa. Ser criado na pobreza faz com que o indivíduo fique em desvantagem em todas as etapas.

Eu cotejei estes novos estudos sobre o desenvolvimento do cérebro na primeira infância com um outro feito pelo Centro Nacional de Estatísticas de Educação, que acompanhou um grupo de estudantes que estavam na oitava série em 1988. De forma geral, o estudo revelou que nos Estados Unidos de hoje a classe social dos pais sobrepuja a capacidade dos filhos: os alunos que saíram-se bem em um teste padronizado, mas que vieram de famílias de baixa renda, apresentaram uma probabilidade ligeiramente menor de terminar a universidade do que aqueles que tiveram um fraco desempenho no teste, mas que eram filhos de pais ricos.

Nada disso é inevitável.

Os índices de pobreza são bem mais baixos na maior parte dos países europeus do que nos Estados Unidos, principalmente devido aos programas governamentais que ajudam os pobres e os desafortunados.

E os governos que mostram disposição podem reduzir a pobreza. No Reino Unido, o governo trabalhista que assumiu o poder em 1997 fez da redução da pobreza uma prioridade - e apesar de algumas derrotas, o seu programa de subsídios de renda e de outros auxílios apresentou grandes resultados. A pobreza infantil, em particular, foi reduzida pela metade, segundo as estatísticas que mais correspondem à definição norte-americana.

No momento é difícil imaginar algo comparável acontecendo neste país. Vale reconhecer o mérito tanto de Hillary Clinton quanto de Barack Obama por estarem propondo novas iniciativas contra a pobreza - e também o mérito de John Edwards, que os incitou a fazer isso. Mas as propostas dos dois são modestas em magnitude e estão longe de se constituírem no cerne de suas campanhas.

Não os estou culpando por isso. Caso um progressista vença esta eleição, isso terá ocorrido porque o candidato aliviou a ansiedade da classe média, e não porque ajudou os pobres. E, por diversas razões, o sistema de saúde, e não a pobreza, deve ser a primeira prioridade de um governo democrata.

Mas torçamos para que no fim das contas a nação retorne à tarefa que abandonou: a de acabar com a pobreza que ainda envenena a vida de tantos norte-americanos.

Tradução: UOL

The New York Times
http://www.nytimes.com/

Permalink Enviar por e-mail. Hits para esta publicação: 29.
1 Comentário »

1.
Waldimiro de Souza disse,

22 de Abril de 2008 @ 15h 44m

Aqui no Brasil, temos uma nova proposta política para todo o continente americano, um gênio chamado Milton Santos, participa do Congresso “A Carta de Uberaba” e logo após no “Encontro de Ribeirão Preto” formula em nome de todos uma proposta que abala os alicerces da consciência e da inteligência em busca da sabedoria solvendo os grilhões da dignidade da vida, reconduzindo tanto o pobre como os sofredores sociais, por um desafio profícuo ao limiar da vitória.

 
At 9:55 AM, Blogger O Negro No Brasil said...

Eu estudante da UnB Artur, estou encaminhando ai senhor senado Pualo Pain de vários professores do estado do mato grosso, das varias paginas que podem ser acessadas;

Caro Waldimiro. Gostei da sua página, principalmente sobre a temática
abordada. Nós precisamos ocupar mais espaços em todos os meios de
comunicação. É um direito nosso. Eu penso igual a você. Precisamos
divulgar nossa cultura e além do mais, conquistar aquilo que muito nos
foi negado.

Na verdade o que nós queremos é uma sociedade brasileira mais justa,
mais vigorosa onde todas as etnias consigam viver em harmonia.

A propósito waldimiro, deixo-lhe o endereço de minhas páginas para que
você vizite-as e comente-as.

www.luizvarella.blogspot.com/

www.capoeiraroo.blogspot.com

Prof. Luiz Carlos
Rondonópolis
Mato Grosso

 
At 11:54 AM, Blogger O Negro No Brasil said...

Seminário

“Milton Santos” – Vida e Obra

Data: 04/05/2010 -

Horário: 14h30

Local: Plenário 10 – Anexo II

CÂMARA DOS DEPUTADOS – DF
http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=23659

 
At 4:19 PM, Blogger Waldimiro de Souza said...

In memoriam ao Deputado Carlos Santos, é exemplo gaúcho e brasileiro, na contribuição da integração do povo da cidadania politica linguística. Deixo abaixo o comentário dirigido ao prefeito Ney Borges de Mansidão BA

"Prefeito Ney Borges,
Parabéns pela sua eleição. Também a eleição para vereador do Zeca, meu sobrinho. Eu sei que o meu município e os nossos habitantes, não ha uma consciência que é um quilombo. Naquela reunião com a GRANFLOR que aconteceu em Mansidão, representada pelo Alexandre Araújo. o que pode-se perceber que ha nas grilagens de terra da Cachoeirinha e Fazenda Tapera. Fica claro, o consentimento das autoridades federal, estadual e Municipal do oeste da Bahia e sul do Piauí.
Meu irmão Ney, posso chamar de irmão, temos que estarmos unidos todas da região. Para um projeto que capacite individualmente a cada um no aproveitamento das suas terras, para criar uma cultura de cidadania e técnica para uso da terra. Sem a violência do grileiro, que as autoridades judiciaria seja comprometida, também, com respeito a conquista da cidadania do nosso povo. Sei que o governo da Dilma vai nos agradecer!... O nosso blog: onegronobrasil1980.blogspot.com põe-se em disposição do prefeito e do município. Juntos venceremos!

 
At 12:47 PM, Blogger Waldimiro de Souza said...

Os varios discursos oficiais do executivo e do legislativo exaltando que a herança maldita da escravidão se extinguiu com a conquista dos direitos sociais dos trabalhadores domesticos. O Estado brasileiro tem uma herança de corrupção de transferencia de riqueza dos impostos pago pelos brasileiros vao parar nos paraisos fiscais via caixa 2 da contribuição das empresas que fazem obras no governo. O BNDES tambem faz parte do esquema via emprestimos vinculados de empresas estrangeiras que investem em infraestrutura no Brasil, parte desse dinheiro vai para o paraiso fiscal. A escravidao financeira continua, é um país muito rico com milhões morando na favela. 43% não tem esgoto nem água potável. Assassinato da população negra e jovem de 10 aos 29 anos de idade. Ao governo anunciar as pesquisas os seus agentes por meio do Estado Federal e federados e os meios de comunicações anunciam como algum brasileiro por ter notoriedade de cientista ganhasse o premio nobel de alguma coisa. A cultura brasileira é uma cultura facistoide e racistoide que não se envergonha dos seus mal feitos. O homem comum brasileiro como diz Milton Santos em sua vasta obras, é um aliado de bom proposito para salvar a nação e o Estado Brasileiro. Creio nas novas gerações, os jovens brasileiros num agir, num dedicar, no pesquisar, no estudar, no observar o potencial interior de cada um, envolvendo em varias dimensões, não só na altura na largura e na profundidade, mas sim, na pesquisa no conhecimento, buscando a sabedoria, preparando a inteligência para alertar os mais velhos, os cargos não bastam, precisa ser preparados para suas funções de gestores que o poder politico seja uma paz e harmonia entre a população e os que recebem a delegação do poder pelo voto, é a expressão da fonte de "água viva".

 

Post a Comment

<< Home